Pela primeira vez confronto-me com uma eleição presidencial que me deixa a olhar para o nada. Ou para os candidatos a fazer birras. Para o nada, portanto!
Não sei o que fazer nas próximas eleições. Irei votar. Vou cumprir o meu «dever cívico», como cumpro outros, não deitando lixo para o chão, não passando à frente de outros em filas, não estacionando em locais que prejudiquem a circulação, tentando não insultar outros condutores, etc... Este dever cívico, o voto democrático, é que me lixa.
Por acaso nas últimas, aquelas autárquicas em que concorreram várias pessoas sob investigação policial e fugidas à justiça, não meti lá os pés. Escapou-me. Mas agora em Janeiro vou lá. Só que...
Desta vez não faço a mínima ideia que obscenidade desenharei no boletim de voto.
sexta-feira, janeiro 13, 2006
sexta-feira, janeiro 06, 2006
Secundário à noite
Alguns alunos meus que estão a fazer o 12º ano à noite no chamado Ensino Recorrente mostraram-se preocupados com o facto de o Governo ir acabar com essas aulas deixando, à primeira vista, pendurados muitos trabalhadores estudantes que não o terminem entretanto. Perguntaram-me que alternativas então terão?
Respondo-lhes sempre o mesmo.
«O TGV». Podem ir montar carris...
Obviamente o governo está mais interessado em desenvolver o país do que andar agora nesta altura de crise a investir na educação.
Respondo-lhes sempre o mesmo.
«O TGV». Podem ir montar carris...
Obviamente o governo está mais interessado em desenvolver o país do que andar agora nesta altura de crise a investir na educação.
sexta-feira, dezembro 23, 2005
Campanha eleitoral

Fiz este antes das últimas eleições autárquicas no seguimento de um pesadelo que tive na altura. Sonhei que havia gente com a Polícia Judiciária em cima e uns fugidos à justiça que estavam a concorrer. Mas depois ao acordar enfiei a cabeça em água fria e esqueci-me do sonho. Estava de facto em Portugal, um país praticamente europeu (falta só um TGV e transplantar um aeroporto para 50 quilómetros da capital) e não num daqueles sítios onde se corre risco de vida só por sair à rua. Nem sequer liguei muito ao resto da campanha eleitoral e nem às respectivas eleições para não voltar a lembrar-me daquela noite.
quinta-feira, dezembro 22, 2005
Arrastão
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